domingo, 30 de novembro de 2014

Oceanos

  Os oceanos são grandes extensões de água salgada que ocupam as depressões da superfície terrestre. A ciência que se ocupa do estudo dos oceanos e suas características é a oceanografia.
  A teoria do surgimento dos oceanos está ligada à formação da atmosfera no período pré-cambriano. Neste período o planeta estava muito quente e o vapor d'água presente na atmosfera deu origem a grande quantidade de chuvas que se acumularam nas áreas mais baixas do relevo.

Importância dos oceanos

  Os oceanos são importantes para o planeta, neles se originou a vida. Eles são os grandes produtores de oxigênio (as microalgas oceânicas), regulam a temperatura da Terra, interferem na dinâmica atmosférica, caracterizam tipos climáticos.
  Além disso, a maior parte da população mundial mora junto ao litoral. O mar é uma importante via de transporte. Sua biodiversidade é equivalente à de ecossistemas terrestres. Além disso, é uma fonte de extração de minerais e destino dos que buscam turismo e lazer.

Os cinco oceanos

  Embora sejam interligados, os oceanos não realizam grande troca de água entre eles, isso porque as águas que formam cada um dos oceanos possuem características próprias como temperatura, insolação, salinidade (quantidade de sais dissolvidos) e movimentos (ondas, marés, correntes marítimas).
  Dessa forma, os oceanos, ou seja, a imensa massa de água salgada que cobre a Terra, foram divididos em cinco porções: oceano Ártico, oceano Antártico, oceano Atlântico, oceano Pacífico e oceano Índico.

Oceano Antártico

  Nome que se dá às partes dos oceanos Atlântico, Pacífico e Índico que atingem o continente Antártico, nas proximidades do Círculo Polar Antártico.

Oceano glacial Ártico

 
   Designa um conjunto de mares situados na parte norte do globo terrestre. É limitado pelas costas setentrionais (norte) da Europa, Ásia e América e o Círculo Polar Ártico a 65º30' N. Sua extensão é de 14,06 milhões de quilômetros quadrados.

Oceano Atlântico

  Estende-se do continente antártico, ao sul, até a Groenlândia e o mar da Noruega, ao norte; a oeste limita-se com a América e a leste com a África e a Europa. Possui aproximadamente 90 milhões de quilômetros quadrados.
   O oceano Atlântico é considerado o mais importante por ser usado para a navegação e comércio de produtos entre a Europa e a América, principalmente a do Norte.

Oceano Pacífico

   É o maior dos oceanos, com 175 milhões de quilômetros quadrados. Estende-se da costa ocidental da América até a costa oriental da Ásia e da Austrália. Comunica-se com o oceano glacial Ártico pelo estreito de Bering.
  Nos últimos anos, vem aumentando a importância do comércio e transporte pelas águas do Pacífico, pois esse oceano banha as costas do Japão, China, Coréia e Austrália, países que vêm aumentando expressivamente suas exportações e importações, que na maioria das vezes é feito por via marítima.

Oceano Índico

  Também chamado de mar das Índias, apresenta uma forma de trapézio e sua extensão é de aproximadamente 75 milhões de quilômetros quadrados. Estende-se do paralelo 35º S até 25º N (no sentido norte-sul). O regime de suas correntes é muito particular, ao norte sofre influência das monções e ao sul a influência vem de uma corrente equatorial que se origina no costa africana.
  A profundidade média dos oceanos é de 3.870 metros. As maiores profundidades estão nas Fossas das Marianas (11,037 quilômetros); e entre os oceanos, o Pacífico é o mais profundo com médias de 4.282 metros. 87% do fundo oceânico do Pacífico estão a 3.000 metros.
  No Atlântico a maior profundidade é de 9.220 metros, nas fossas de Porto Rico e a profundidade média não ultrapassa os 3.600 metros. Por fim, o oceano Índico tem uma profundidade média de 4.000 m e a fossa do Almirante, com 9.000 m é o ponto mais profundo.

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Inverno

  O movimento de translação, juntamente com a inclinação do eixo terrestre em 23°27’ em relação ao plano orbital, é responsável pela variação de energia solar que atinge a superfície terrestre em uma determinada época do ano. Esse fenômeno é responsável pelas quatro estações do ano: primavera, verão, outono e inverno.
A neve é muito comum em alguns lugares durante o inverno  Caracterizado como a estação com as temperaturas mais baixas, o inverno se entende de 21 de dezembro a 22 de março, no Hemisfério Norte; e de 21 de junho a 23 de setembro no Hemisfério Sul. O inverno tem início com o término do outono e antecede a primavera.
  As noites são mais longas que os dias nas regiões onde é inverno, visto que a incidência de raios solares é menor nessa porção da Terra. Durante essa estação do ano, várias espécies de aves migram para outros locais com o intuito de fugir do frio.
 Os países localizados na Zona Temperada do Norte (entre o Trópico de Câncer e o Círculo Polar Ártico) e na Zona Temperada do Sul (entre o Trópico de Capricórnio e o Círculo Polar Antártico) apresentam as quatro estações bem definidas, com invernos rigorosos, registrando baixas temperaturas.
 O Brasil, por apresentar a maior parte do território na Zona Intertropical (próxima à linha do Equador), não possui as quatro estações bem definidas. O inverno é mais rigoroso nos estados da Região Sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul). Esses locais podem registrar temperaturas negativas, além da ocorrência de neve em determinados pontos.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Anima animal





A selva

DirkvdM cloudforest-jungle.jpg  É um bioma florestal caracterizado por vegetação densa e grande biodiversidade. Em termos gerais, refere-se às florestas úmidas presentes tanto nas zonas equatoriais quanto tropicais, associada a fases de pré-clímax deste gênero de ecossistema.Pode ser chamada de floresta tropical caso ocupe apenas 3% do território nacional.

   A selva é habitada, por milhares de espécies animais, de aves, insetos, terrestres, anfíbios, entre outras espécies.
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Aquecimento Global

   É o processo de aumento da temperatura média dos oceanos e do ar perto da superfície da Terra causado pelas emissões humanas de gases do efeito estufa, amplificado por respostas naturais a esta perturbação inicial, em efeitos que se autorreforçam em realimentação positiva. 


     O aumento nas temperaturas globais e a nova composição da atmosfera desencadeiam várias alterações decisivas nos sistemas da Terra. Afetam os mares, provocando a elevação do seu nível e mudanças nas correntes marinhas e na composição química da água, verificando-se acidificaçãodessalinização e desoxigenação. Prevê-se uma importante alteração em todos os ecossistemas marinhos, com impactos na sociedade humana em larga escala.
 Afetam irregularmente o regime de chuvas, produzindo enchentes e secas mais graves e frequentes; tendem a aumentar a frequência e a intensidade de ciclones tropicais e outros eventos meteorológicos extremos como as ondas de calor e de frio; devem provocar a extinção de grande número de espécies e desestruturar ecossistemas em larga escala, e gerar por consequência problemas sérios para a produção de alimentos, o suprimento de água e a produção de bens diversos para a humanidade, benefícios que dependem da estabilidade do clima e da riqueza dos ecossistemas.

Energia solar

Infelizmente, a instalação de painéis de captação de luz solar possui custos elevados.  Os constantes problemas ambientais causados pela utilização de energias não renováveis, aliados ao esgotamento dessas fontes, têm despertado o interesse pela utilização de fontes alternativas de energia.
  A energia solar é uma boa opção na busca por alternativas menos agressivas ao meio ambiente, pois consiste numa fonte energética renovável e limpa (não emite poluente).

  Sua obtenção ocorre de forma direta ou indireta.
  A forma direta de obtenção se dá através de células fotovoltaicas, geralmente feitas de silício. A luz solar, ao atingir as células, é diretamente convertida em eletricidade. No entanto, essas células fotovoltaicas apresentam preços elevados. O efeito fotovoltaico ocorre quando fótons (energia que o Sol carrega) incidem sobre os átomos, proporcionando a emissão de elétrons, que gera corrente elétrica.

  Para obter energia elétrica a partir do sol de forma indireta, é necessária a construção de usinas em áreas de grande insolação, pois a energia solar atinge a Terra de forma tão difusa que requer captação em grandes áreas. Nesses locais são espalhadas centenas de coletores solares.

  Normalmente, a energia solar é utilizada em locais mais isolados, secos e ensolarados. Em Israel, aproximadamente 70% das residências possuem coletores solares, outros países com destaque na utilização da energia solar são os Estados Unidos, Alemanha, Japão e Indonésia. No Brasil, a utilização de energia solar está aumentando de forma significativa, principalmente o coletor solar destinado para aquecimento de água.

  Apesar de todos os aspectos positivos da energia solar (abundante, renovável, limpa, etc.), ela é pouco utilizada, pois os custos financeiros para a obtenção de energia são muito elevados, não sendo viável economicamente. Necessita de pesquisas e maior desenvolvimento tecnológico para aumentar sua eficiência e baratear seus custos de instalação.
O sol também é uma fonte de energia alternativa.


quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Ervas Medicinais


    O das plantas medicinais existe desde o início dos tempos.
  No princípio existia apenas o conhecimento empírico. Hoje, porém, muitas pesquisas científicas comprovam as propriedades medicinais de várias plantas, comprovando (ou não) o uso popular destas plantas. É importante ressaltar que, ao contrário do que muitos imaginam, algumas plantas fazem mal à saúde e por isso não devemos fazer uso indiscriminado desta terapia. Sempre que possível, procure orientação de profissionais da área e não tome qualquer tipo de chá encontrado no mato, pois algumas espécies são muito parecidas e você pode usar uma espécie perigosa por engano.
   Todas as indicações são preventivas e agem como terapia de ajuda, sempre em casos de doenças graves tem que as ter o acompanhamento médico, mas na hora de dor de barriga é bom sabermos quais as nossas alternativas.
   A Mãe Natureza proporciona ao homem uma infinidade de plantas com valores medicinais. A flora brasileira constitui uma fonte inesgotável de saúde e nossos ancestrais sempre souberam se aproveitar desta riqueza, pois o uso das plantas medicinais existe desde o início dos tempos.
   No princípio existia apenas o conhecimento empírico. Hoje, porém, muitas pesquisas científicas comprovam as propriedades medicinais de várias plantas, comprovando (ou não) o uso popular destas plantas. É importante ressaltar que, ao contrário do que muitos imaginam, algumas plantas fazem mal à saúde e por isso não devemos fazer uso indiscriminado desta terapia. Sempre que possível, procure orientação de profissionais da área e não tome qualquer tipo de chá encontrado no mato, pois algumas espécies são muito parecidas e você pode usar uma espécie perigosa por engano.


Campos e Mata das Araucárias

  Os campos são formados por herbáceas, gramíneas e pequenos arbustos esparsos com características diversas, conforme a região. Esse bioma pode ser classificado da seguinte forma:

Campos limpos – Predomínio das gramíneas;

Campos sujos – Há a presença de arbustos, além das gramíneas;

Campos de altitude – Áreas com altitudes superiores a 1,4 mil metros, encontradas na serra da Mantiqueira e no Planalto das Guianas;

Campos da hileia – É um tipo de formação rasteira encontrado na Amazônia e é caracterizado pelas áreas inundáveis da Amazônia oriental, como a ilha de Marajó;

Campos meridionais – Não há presença arbustiva, predomina uma extensa área com gramíneas, propícia para o desenvolvimento da atividade agropecuária. Destaca-se a Campanha Gaúcha, no Rio Grande do Sul, e os Campos de Vacaria, no Mato Grosso do Sul.

  Os campos ocupam áreas descontínuas do Brasil. Na Região Norte, esse bioma está presente sob a forma de savanas de gramíneas baixas, nas terras firmes do Amazonas, de Roraima e do Pará. Na Região Sul, surge como as pradarias mistas subtropicais.

  Os campos do Sul são formados principalmente pelos pampas gaúchos, com clima subtropical, região plana de vegetação aberta e de pequeno porte que se estende do Rio Grande do Sul à Argentina e ao Uruguai. A vegetação campestre forma um tapete herbáceo com menos de 1 metro, com pouca variedade de espécies. Sete tipos de cacto e de bromélia são endêmicos da região, além de uma espécie de peixe - o cará.


  A terra possui condições adequadas para o desenvolvimento da agricultura, além de comportar água em abundância. Os principais produtos agrícolas cultivados nessa região são arroz, milho, trigo e soja.

  No entanto, muitas áreas desse bioma já foram degradadas em razão da atividade econômica desenvolvida com a utilização de máquinas e a intensa ocupação de rebanhos bovinos e plantações de trigo e, principalmente, de soja. A pecuária extensiva desgasta o solo, o plantio de soja e trigo diminui a sua fertilidade, além dos desmatamentos que causam erosão e desertificação.





Resultado de imagem para mata das araucarias  As Matas de Araucárias são encontradas na região Sul do Brasil e nos pontos de relevo mais elevado da Região Sudeste. Existem pelo menos dezenove espécies desse tipo de vegetação, das quais treze são endêmicas (existe em um lugar específico). São encontradas na Ilha Norfolk, sudeste da Austrália, Nova Guiné, Argentina, Chile e Brasil.
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  Essa cobertura vegetal desenvolve-se em regiões nas quais predomina o clima subtropical, que apresenta invernos rigorosos e verões quentes, com índices pluviométricos relativamente elevados e bem distribuídos durante o ano. A araucária é um vegetal da família das coníferas que pode ser cultivado com fins ornamentais, em miniaturas.

  O Pinheiro-do era encontra
-Paraná ou Araucária do com abundância no passado, atualmente no Brasil restaram restritas áreas preservadas.
  As árvores que compõem essa particular cobertura vegetal possuem altitudes que podem variar entre 25 e 50 metros e troncos com 2 metros de espessura. As sementes dessas árvores, conhecidas como pinhão, podem ser ingeridas, os galhos envolvem todo o tronco central. Os fatores determinantes para o desenvolvimento dessa planta são o clima e o relevo, uma vez que ocorre principalmente em áreas de relevo mais elevado.